
Não é piada. Não é charme. Não é jeito: é violência de gênero disfarçada de brincadeira.
Interromper, explicar o óbvio, roubar ideias, manipular a percepção. Está na hora de reconhecer: isso não é humor, é violência psicológica.

Interromper, explicar o óbvio, roubar ideias, manipular a percepção. Está na hora de reconhecer: isso não é humor, é violência psicológica.

Como que a gente pode compreender, então, a extensão dessa forma de violência nos relacionamentos, antes, durante e depois de um processo de Divórcio? Como que essa violência se manifesta e como podemos enfrentar esse ambiente emocionalmente tóxico, ainda mais com os filhos vivenciando isso?

Em entrevista à Rádio Justiça, a advogada especialista em Direito de Família de São Paulo, Dr.ª Ana Brocanelo, repercute sobre o divórcio, a partilha de bens e dívidas, a guarda do filho após a violência doméstica e se há um padrão em relacionamentos tóxicos no caso da modelo e apresentadora Ana Hickmann.

Ao se proibir a Guarda Compartilhada em casos de risco de violência doméstica, coloca-se o interesse das crianças no centro das decisões judiciais. A consulta aos pais e a apresentação de provas são medidas adicionais que reforçam a segurança e a proteção.

Dr.ª Ana Brocanelo esclarece dúvidas sobre os tipos de abuso patrimonial nas relações familiares e repercute sobre o caso da atriz Larissa Manoela. Ouça ao podcast.

No país, 11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas, e 90% delas são negras. Para cuidar das crianças, entram em uma jornada de desgaste, culpa e rejeição, enquanto é naturalizado que os homens abdiquem dessa responsabilidade a qualquer momento, por qualquer motivo. Por quê?

A 8ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve decisão que negou pedido de Pensão Alimentícia feito por advogado a ex-esposa e, ainda, condenou o autor ao pagamento de multa por litigância de má fé, tendo em vista que o réu perseguiu reiteradamente à ex-esposa por meio de “ações e incidentes judiciais repetitivos, infundados e temerários”.

Muitos comportamentos são tão enraizados em nosso dia a dia, que muitas vezes nem os percebemos. Mascarados como “brincadeiras” ou “piadas”, são formas de opressão de gênero e violência psicológica, que reforçam a ideia de que as mulheres são inferiores e menos capazes do que os homens. Comportamentos que podem minar a autoconfiança das mulheres, fazendo com que a gente se sinta insegura, diminuída, limitando nossas oportunidades e nossa voz.

A novela (ou série) abordou temas relacionados aos novos costumes que floresciam na época de forma explícita e corajosa, como o direito das mulheres, violência doméstica, de gênero, o divórcio (instituído oficialmente no Brasil em junho de 1977), a educação dos filhos, o conflito de gerações e a emancipação de mulher que não precisa se submeter à figura do marido.

Alguns filmes e séries são importantes para chamar a atenção para a luta pelos direitos das mulheres, desde o direito ao trabalho justo e igualitário até o direito de serem tratadas com respeito e dignidade em todas as situações.

A partilha de bens é uma das etapas mais delicadas quando ocorre um divórcio ou um falecimento. Afinal, além do impacto emocional, existem regras jurídicas

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